📥 Contratações i
7.535
📤 Demissões i
7.294
⚖️ Saldo líquido i
+241
🔄 Situação i
Com baixa demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.718
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
137
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
106%
piso → teto
👥 Profissionais i
14.829
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,03
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.2%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 6.321
estimado com encargos
📅 Período analisado i
07/2025
até 06/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 07/2025 a 06/2026
Empresas do segmento de Aluguel de Imóveis Próprios contrataram 7.535 profissionais em regime CLT e desligaram 7.294 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 14.829 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 07/2025 e 06/2026, registrou uma queda de 5.13% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RJ — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 07/2025 a 06/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Aluguel de Imóveis Próprios (CNAE 6810-2/02) movimentou 14.829 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 137 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.718. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 1.774 contratações e salário médio de R$ 1.837 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+11,1%
R$ 2.070 → R$ 2.300
SubindoVolume de contratações i
-2,5%
2.009 → 1.958 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,89
7,29 → 8,18 (índice)
QualificandoIdade média i
+0,0 anos
37,3 → 37,3 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+4,0 p.p.
37,2% mulheres no trimestre
Mais mulheresJornada semanal i
-0,2h
43h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 07/2025 a 06/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade qualificando, salário subindo e mais mulheres.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 6810-2/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (07/2025) com os 3 últimos (06/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 6810-2/02 é o código da atividade econômica de Aluguel de Imóveis Próprios, que pertence à divisão de Atividades imobiliárias, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA.
📋 Atividades do segmento de Aluguel de Imóveis Próprios — CNAE 6810-2/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Escopo principal de atuação
- a compra, venda e aluguel de imóveis próprios, como:
- edifícios residenciais (apartamentos, apart-hotéis residenciais e casas)
- edifícios não-residenciais, inclusive salões de exposições, shopping centers, etc.
- terrenos
- vagas de garagem
- o aluguel de terras próprias para exploração agropecuária, inclusive pastos
O que mais entra neste CNAE
- o loteamento (subdivisão de terras) sem a realização de benfeitorias
- a compra e venda de imóveis e de terrenos através de leasing
O que este segmento não abrange
- a incorporação de empreendimentos imobiliários (41.10-7)
- o loteamento (subdivisão de terras) com benfeitorias (42.99-5)
- a exploração de estacionamentos de veículos (52.23-1)
- as atividades de hotéis, acampamentos e outros alojamentos para estadias de curta duração (55.10-8) e (55.90-6)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
