CBO 2341-25 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2341-25 é o Código Brasileiro da Ocupação de professores de matemática, estatística e informática do ensino superior que pertence ao grupo dos professores do ensino superior, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-25 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2341-25

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais do ensino.
      • Professores do ensino superior.
        • Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior.

Descrição dos cargos da categoria Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

Os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-25 lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência, orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Condições de trabalho

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.

Exigências do mercado de trabalho

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Funções dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-25

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior devem:

  • colaborar em atividades institucionais;
  • coordenar atividades acadêmico-científicas;
  • prestar assessoria nas Áreas acadêmica, técnica e científica;
  • avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições;
  • produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos);
  • lecionar matemática, estatística, computação;
  • comunicar-se;
  • realizar pesquisas;
  • planejar e implementar cursos e disciplinas;
  • orientar alunos;
  • demonstrar competências pessoais;
  • Atividades dos cargos CBO 2341-25

    Entre as principais atribuições dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-25 estão as de:

    • coordenar cursos de pós-graduação;
    • escrever artigos técnicos científicos;
    • orientar monografias de conclusão de curso;
    • implantar laboratórios;
    • estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
    • orientar a vida acadêmica dos alunos;
    • desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
    • exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
    • produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
    • transferir conhecimento para empresas e outros órgãos;
    • avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações;
    • dar concretude aos conceitos abstratos;
    • orientar auxiliares de ensino (graduados);
    • escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
    • coordenar a política científica de laboratórios;
    • expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
    • participar da administração de órgãos de classe;
    • atender extraclasse para esclarecimentos complementares;
    • elaborar cursos de aperfeiçoamento;
    • orientar estágios;
    • coordenar cursos de graduação;
    • coordenar eventos científicos;
    • preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
    • recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
    • avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
    • reformular suas ideias;
    • realizar visitas científicas;
    • traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
    • avaliar o desempenho funcional de seus pares;
    • divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
    • trabalhar interdisciplinarmente;
    • definir o perfil do corpo docente e discente;
    • dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
    • utilizar correio eletrônico (e-mail);
    • assessorar profissionais de diversas áreas;
    • gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
    • buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
    • assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec;
    • participar da organização de processos de seleção;
    • divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
    • integrar o corpo editorial de publicações científicas;
    • assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
    • disponibilizar material didático ´on line´;
    • orientar doutorandos;
    • trabalhar em equipe;
    • co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
    • orientar alunos em atividade de iniciação científica;
    • planejar disciplinas;
    • elaborar cursos de extensão;
    • elaborar projetos;
    • assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
    • emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
    • elaborar projetos pedagógicos;
    • produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
    • participar de eventos científicos;
    • orientar alunos monitores (graduandos);
    • participar de comissões de organização de eventos;
    • assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios;
    • participar da administração de associações científicas;
    • assessorar organizações na incorporação de novas metodologias e tecnologias;
    • detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
    • preparar apresentações, demonstrações e exposições;
    • organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
    • dominar sua área de conhecimento;
    • investigar o estado da arte do tema proposto;
    • empreender projetos em negócios;
    • coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
    • preparar aulas e avaliações;
    • coordenar a política científica de bibliotecas;
    • constituir grupos de pesquisa;
    • interpretar resultados;
    • assessorar as atividades das empresas-júniores;
    • criar lista de discussão;
    • manter-se atualizado;
    • avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
    • chefiar departamentos;
    • propor novos métodos de ensino;
    • orientar mestrandos;
    • orientar estágios docentes (ped-capes);
    • realizar intercâmbios técnico-científicos;
    • coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
    • editar livros e revistas;
    • modelar fenômenos, dados e processos;
    • averiguar adequação de modelos visando à validação;
    • escrever artigos de opinião na imprensa;
    • escrever resenhas;
    • buscar fontes de financiamento;
    • orientar estudantes para competições acadêmicas;
    • projetar laboratórios de ensino;
    • elaborar cursos de especialização;
    • disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
    • idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
    • relacionar teoria à prática;
    • montar bancos de dados;
    • interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
    • demonstrar objetividade;
    • coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
    • implementar laboratórios de ensino;
    • orientar estágios de pós-doutorado;
    • coletar e analisar dados;
    • assessorar a criação de empresas-júniores;
    • demonstrar criatividade;
    • desenvolver teorias;
    • participar de comissões;
    • levantar questões a serem investigadas;
    • testar hipóteses;
    • proferir palestras;
    • assessorar a otimização do gerenciamento de sistemas complexos;
    • disseminar resultados de pesquisa;
    • coordenar cursos de extensão;
    • representar a categoria em órgãos colegiados;
    • utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos;
    • assessorar pesquisas da comunidade;
    • produzir textos didáticos;
    • emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
    • avaliar o desempenho do aluno;
    • revisar periodicamente a grade curricular;
    • indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
    • elaborar critérios para admissão de alunos;
    • participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
    • motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
    • elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
    • ministrar aulas presencialmente ou à distância;
    • dirigir unidades acadêmicas;
    • diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
    • manifestar empatia;
    • raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;

    Cargos e salários CBO 2341-25 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

    Salário Professor de Pesquisa Operacional (No Ensino Superior)

    Professor de Pesquisa Operacional (No Ensino Superior): Brasil

    • 22
    • Brasil
    • 2.225 - 4.336
    • 27h
    O profissional no cargo de Professor de Pesquisa Operacional (No Ensino Superior) CBO 2341-25 trabalhando no Brasil, ganha entre 2.225 e 4.336 para uma jornada de trabalho média de 27h semanais de acordo com dados salariais de 22 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2341-25.