CBO 2341-15 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2341-15 é o Código Brasileiro da Ocupação de professores de matemática, estatística e informática do ensino superior que pertence ao grupo dos professores do ensino superior, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-15 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2341-15

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais do ensino.
      • Professores do ensino superior.
        • Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior.

Descrição dos cargos da categoria Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

Os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-15 lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência, orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Condições de trabalho

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.

Exigências do mercado de trabalho

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Funções dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-15

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior devem:

  • colaborar em atividades institucionais;
  • coordenar atividades acadêmico-científicas;
  • avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições;
  • planejar e implementar cursos e disciplinas;
  • produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos);
  • comunicar-se;
  • prestar assessoria nas Áreas acadêmica, técnica e científica;
  • lecionar matemática, estatística, computação;
  • orientar alunos;
  • demonstrar competências pessoais;
  • realizar pesquisas;
  • Atividades dos cargos CBO 2341-15

    Entre as principais atribuições dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-15 estão as de:

    • orientar monografias de conclusão de curso;
    • orientar estágios de pós-doutorado;
    • buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
    • dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
    • exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
    • definir o perfil do corpo docente e discente;
    • trabalhar em equipe;
    • assessorar pesquisas da comunidade;
    • reformular suas ideias;
    • elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
    • levantar questões a serem investigadas;
    • recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
    • produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
    • coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
    • elaborar cursos de extensão;
    • assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec;
    • motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
    • coletar e analisar dados;
    • atender extraclasse para esclarecimentos complementares;
    • elaborar critérios para admissão de alunos;
    • constituir grupos de pesquisa;
    • coordenar eventos científicos;
    • preparar apresentações, demonstrações e exposições;
    • chefiar departamentos;
    • avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
    • dominar sua área de conhecimento;
    • interpretar resultados;
    • preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
    • ministrar aulas presencialmente ou à distância;
    • indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
    • gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
    • orientar estudantes para competições acadêmicas;
    • assessorar a coleta, tratamento, análise e interpretação de dados;
    • participar de comissões de organização de eventos;
    • assessorar nas etapas de planejamento, realização e análise de resultados de pesquisa;
    • relacionar teoria à prática;
    • realizar intercâmbios técnico-científicos;
    • orientar estágios docentes (ped-capes);
    • traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
    • coordenar cursos de graduação;
    • expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
    • manter-se atualizado;
    • demonstrar objetividade;
    • emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
    • propor novos métodos de ensino;
    • participar da administração de órgãos de classe;
    • disponibilizar material didático ´on line´;
    • participar da organização de processos de seleção;
    • orientar mestrandos;
    • buscar fontes de financiamento;
    • participar de eventos científicos;
    • orientar alunos em atividade de iniciação científica;
    • produzir textos didáticos;
    • integrar o corpo editorial de publicações científicas;
    • manifestar empatia;
    • coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
    • utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos;
    • realizar visitas científicas;
    • elaborar cursos de aperfeiçoamento;
    • trabalhar interdisciplinarmente;
    • escrever artigos de opinião na imprensa;
    • avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações;
    • escrever artigos técnicos científicos;
    • implantar laboratórios;
    • orientar auxiliares de ensino (graduados);
    • proferir palestras;
    • orientar alunos monitores (graduandos);
    • divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
    • disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
    • investigar o estado da arte do tema proposto;
    • estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
    • transferir conhecimento para empresas e outros órgãos;
    • representar a categoria em órgãos colegiados;
    • assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
    • emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
    • desenvolver teorias;
    • projetar laboratórios de ensino;
    • assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
    • detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
    • desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
    • montar bancos de dados;
    • avaliar o desempenho funcional de seus pares;
    • dar concretude aos conceitos abstratos;
    • demonstrar criatividade;
    • elaborar projetos;
    • preparar aulas e avaliações;
    • testar hipóteses;
    • participar de comissões;
    • organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
    • assessorar a criação de empresas-júniores;
    • disseminar resultados de pesquisa;
    • coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
    • utilizar correio eletrônico (e-mail);
    • raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;
    • divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
    • implementar laboratórios de ensino;
    • assessorar as atividades das empresas-júniores;
    • assessorar organizações na incorporação de novas metodologias e tecnologias;
    • escrever resenhas;
    • orientar a vida acadêmica dos alunos;
    • participar da administração de associações científicas;
    • modelar fenômenos, dados e processos;
    • coordenar cursos de pós-graduação;
    • co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
    • interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
    • elaborar projetos pedagógicos;
    • dirigir unidades acadêmicas;
    • editar livros e revistas;
    • coordenar cursos de extensão;
    • revisar periodicamente a grade curricular;
    • planejar disciplinas;
    • participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
    • avaliar o desempenho do aluno;
    • orientar doutorandos;
    • avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
    • elaborar cursos de especialização;
    • assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios;
    • escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
    • criar lista de discussão;
    • orientar estágios;
    • assessorar profissionais de diversas áreas;
    • idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
    • realizar diagnósticos sociodemográficos;
    • coordenar a política científica de laboratórios;
    • empreender projetos em negócios;
    • produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
    • averiguar adequação de modelos visando à validação;
    • diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
    • coordenar a política científica de bibliotecas;

    Cargos e salários CBO 2341-15 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

    Salário Professor de Estatística (No Ensino Superior)

    Professor de Estatística (No Ensino Superior): Brasil

    • 46
    • Brasil
    • 2.515 - 5.654
    • 21h
    O profissional no cargo de Professor de Estatística (No Ensino Superior) CBO 2341-15 trabalhando no Brasil, ganha entre 2.515 e 5.654 para uma jornada de trabalho média de 21h semanais de acordo com dados salariais de 46 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2341-15.
    Salário Professor de Amostragem Estatística (no Ensino Superior)

    Professor de Amostragem Estatística (no Ensino Superior): Brasil

    • 46
    • Brasil
    • 2.515 - 5.654
    • 21h
    O profissional no cargo de Professor de Amostragem Estatística (no Ensino Superior) CBO 2341-15 trabalhando no Brasil, ganha entre 2.515 e 5.654 para uma jornada de trabalho média de 21h semanais de acordo com dados salariais de 46 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2341-15.