CBO 2341-20 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2341-20 é o Código Brasileiro da Ocupação de professores de matemática, estatística e informática do ensino superior que pertence ao grupo dos professores do ensino superior, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-20 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2341-20

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais do ensino.
      • Professores do ensino superior.
        • Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior.

Descrição dos cargos da categoria Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

Os Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-20 lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência, orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Condições de trabalho

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.

Exigências do mercado de trabalho

O exercício dessas ocupações requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.

Funções dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-20

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior devem:

  • comunicar-se;
  • produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos);
  • realizar pesquisas;
  • avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições;
  • orientar alunos;
  • planejar e implementar cursos e disciplinas;
  • lecionar matemática, estatística, computação;
  • coordenar atividades acadêmico-científicas;
  • demonstrar competências pessoais;
  • prestar assessoria nas Áreas acadêmica, técnica e científica;
  • colaborar em atividades institucionais;
  • Atividades dos cargos CBO 2341-20

    Entre as principais atribuições dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior CBO 2341-20 estão as de:

    • produzir textos didáticos;
    • montar bancos de dados;
    • desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais;
    • desenvolver teorias;
    • constituir grupos de pesquisa;
    • participar da administração de órgãos de classe;
    • utilizar correio eletrônico (e-mail);
    • demonstrar criatividade;
    • coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
    • orientar doutorandos;
    • construir protótipos de modelos e produtos;
    • utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos;
    • demonstrar objetividade;
    • avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
    • co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
    • escrever artigos de opinião na imprensa;
    • levantar questões a serem investigadas;
    • organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
    • expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
    • divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
    • preparar aulas e avaliações;
    • produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
    • orientar estágios;
    • orientar alunos monitores (graduandos);
    • elaborar cursos de aperfeiçoamento;
    • emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
    • disponibilizar material didático ´on line´;
    • escrever resenhas;
    • planejar disciplinas;
    • indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
    • orientar alunos em atividade de iniciação científica;
    • buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
    • assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios;
    • orientar alunos para a criação de novos empreendimentos;
    • assessorar profissionais de diversas áreas;
    • avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações;
    • avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
    • implementar laboratórios de ensino;
    • elaborar cursos de extensão;
    • orientar a vida acadêmica dos alunos;
    • trabalhar em equipe;
    • assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
    • dominar sua área de conhecimento;
    • elaborar cursos de especialização;
    • idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
    • escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
    • chefiar departamentos;
    • interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
    • criar lista de discussão;
    • preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
    • coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
    • detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
    • coordenar a política científica de laboratórios;
    • dar concretude aos conceitos abstratos;
    • elaborar projetos pedagógicos;
    • implantar laboratórios;
    • projetar laboratórios de ensino;
    • recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
    • dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
    • orientar mestrandos;
    • definir o perfil do corpo docente e discente;
    • representar a categoria em órgãos colegiados;
    • elaborar projetos;
    • coordenar cursos de graduação;
    • coletar e analisar dados;
    • estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
    • avaliar o desempenho funcional de seus pares;
    • orientar estágios docentes (ped-capes);
    • atender extraclasse para esclarecimentos complementares;
    • assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
    • elaborar critérios para admissão de alunos;
    • assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec;
    • ministrar aulas presencialmente ou à distância;
    • assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais;
    • participar da organização de processos de seleção;
    • orientar estágios de pós-doutorado;
    • assessorar pesquisas da comunidade;
    • propor novos métodos de ensino;
    • produzir software e hardware;
    • testar hipóteses;
    • coordenar eventos científicos;
    • empreender projetos em negócios;
    • reformular suas ideias;
    • integrar o corpo editorial de publicações científicas;
    • relacionar teoria à prática;
    • participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
    • buscar fontes de financiamento;
    • participar de comissões de organização de eventos;
    • participar de eventos científicos;
    • disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
    • coordenar cursos de pós-graduação;
    • assessorar a criação de empresas-júniores;
    • realizar intercâmbios técnico-científicos;
    • produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
    • revisar periodicamente a grade curricular;
    • trabalhar interdisciplinarmente;
    • elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
    • assessorar as atividades das empresas-júniores;
    • diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
    • coordenar a política científica de bibliotecas;
    • transferir conhecimento para empresas e outros órgãos;
    • orientar auxiliares de ensino (graduados);
    • avaliar o desempenho do aluno;
    • proferir palestras;
    • disseminar resultados de pesquisa;
    • gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
    • emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
    • orientar estudantes para competições acadêmicas;
    • interpretar resultados;
    • averiguar adequação de modelos visando à validação;
    • desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
    • exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
    • editar livros e revistas;
    • traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
    • manifestar empatia;
    • participar da administração de associações científicas;
    • raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;
    • realizar visitas científicas;
    • participar de comissões;
    • manter-se atualizado;
    • divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
    • investigar o estado da arte do tema proposto;
    • motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
    • dirigir unidades acadêmicas;
    • coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
    • coordenar cursos de extensão;
    • preparar apresentações, demonstrações e exposições;
    • orientar monografias de conclusão de curso;
    • escrever artigos técnicos científicos;

    Cargos e salários CBO 2341-20 - Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

    Salário Professor de Computação (No Ensino Superior)

    Professor de Computação (No Ensino Superior): Brasil

    • 516
    • Brasil
    • 3.759 - 9.567
    • 26h
    O profissional no cargo de Professor de Computação (No Ensino Superior) CBO 2341-20 trabalhando no Brasil, ganha entre 3.759 e 9.567 para uma jornada de trabalho média de 26h semanais de acordo com dados salariais de 516 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2341-20.
    Salário Professor de Informática (no Ensino Superior)

    Professor de Informática (no Ensino Superior): Brasil

    • 516
    • Brasil
    • 3.759 - 9.567
    • 26h
    O profissional no cargo de Professor de Informática (no Ensino Superior) CBO 2341-20 trabalhando no Brasil, ganha entre 3.759 e 9.567 para uma jornada de trabalho média de 26h semanais de acordo com dados salariais de 516 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2341-20.