📥 Contratações i
51.051
📤 Demissões i
40.715
⚖️ Saldo líquido i
+10.336
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 4.006
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
316
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
98%
piso → teto
👥 Profissionais i
91.766
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,25
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
44.4%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 6.809
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Assistência Social contrataram 51.051 profissionais em regime CLT e desligaram 40.715 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 91.766 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 7.37% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RJ — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Assistência Social (CNAE 8800-6/00) movimentou 91.766 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 316 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.006. A ocupação mais contratada no setor é Faxineiro, com 6.892 contratações e salário médio de R$ 1.826 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+6,7%
R$ 2.138 → R$ 2.280
SubindoVolume de contratações i
+14,6%
13.194 → 15.116 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,39
11,15 → 10,76 (índice)
EstávelIdade média i
+1,0 ano
36,0 → 37,0 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+2,7 p.p.
72,7% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+1,2h
38h → 39h semanais
AumentandoNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 8800-6/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🏢 Empresas do segmento de Assistência Social no Brasil
Empresas ativas i
16.577
13.159 matrizes e 3.418 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
1.135
12 meses até 07/2026
Fechadas i
349
12 meses até 07/2026
Existem 16.577 empresas ativas de Assistência Social no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 1.135 empresas abriram e 349 fecharam, um saldo positivo de 786. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 890 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+786
aberturas +11,8% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
890
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 10.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
308
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 14.397 em 01/2020 para 16.565 em 07/2026 (+15,1%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 878 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 5.177 empresas (31,2%)
- Minas Gerais: 2.195 empresas (13,2%)
- Paraná: 1.274 empresas (7,7%)
- Rio Grande do Sul: 1.101 empresas (6,6%)
- Rio de Janeiro: 933 empresas (5,6%)
- Goiás: 740 empresas (4,5%)
- Bahia: 628 empresas (3,8%)
- Santa Catarina: 565 empresas (3,4%)
- Pernambuco: 529 empresas (3,2%)
- Distrito Federal: 371 empresas (2,2%)
- Ceará: 332 empresas (2,0%)
- Mato Grosso: 328 empresas (2,0%)
- Espírito Santo: 275 empresas (1,7%)
- Paraíba: 258 empresas (1,6%)
- Mato Grosso do Sul: 240 empresas (1,4%)
- Pará: 222 empresas (1,3%)
- Piauí: 213 empresas (1,3%)
- Maranhão: 209 empresas (1,3%)
- Amazonas: 208 empresas (1,3%)
- Rio Grande do Norte: 206 empresas (1,2%)
- Tocantins: 136 empresas (0,8%)
- Alagoas: 109 empresas (0,7%)
- Rondônia: 106 empresas (0,6%)
- Sergipe: 83 empresas (0,5%)
- Acre: 62 empresas (0,4%)
- Roraima: 46 empresas (0,3%)
- Amapá: 31 empresas (0,2%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Assistência Social existem no Brasil?
São 16.577 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 1.135 aberturas contra 349 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
10,1% são microempresas, 0,5% de pequeno porte e 89,4% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 10.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 8800-6/00 é o código da atividade econômica de Assistência Social, que pertence à divisão de Serviços de assistência social sem alojamento, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Assistência Social — CNAE 8800-6/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Serviços de assistência social sem alojamento
Este ramo da economia engloba o fornecimento de uma variedade de serviços de assistência social.
As atividades incluídas neste setor não fornecem serviços de alojamento, exceto se forem de caráter temporário.
Atividades que fazem parte deste CNAE
- as atividades de assistência social e aconselhamento prestadas a idosos e a incapacitados em suas residências por agências do governo ou por organizações privadas. Estas atividades incluem visita e cuidados diários a idosos e deficientes
- as atividades de assistência social a refugiados, vítimas de catástrofes, imigrantes, etc.
- as atividades de orientação e aconselhamento a crianças e adolescentes
- o fornecimento de infra-estrutura (alojamento, alimentação) diurna para desabrigados e para outros grupos sociais sem capacidade momentânea para se cuidarem
- as atividades de aconselhamento e de orientação familiar, inclusive em questões orçamentárias
Também faz parte do segmento
- as atividades de reabilitação vocacional para desempregados, quando os serviços de educação prestados não são a principal atividade
- as atividades de adoção
O que fica fora deste segmento
- as atividades de assistência social que incluem alojamento (87.30-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
