CBO 8101-10 - Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 8101-10 é o Código Brasileiro da Ocupação de supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas que pertence ao grupo dos supervisores de produção, em indústrias químicas, petroquímicas, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas CBO 8101-10 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 8101-10

  • Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais.
    • Trabalhadores em indústrias de processos contínuos e outras indústrias.
      • Supervisores de produção, em indústrias químicas, petroquímicas.
        • Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas.

Descrição dos cargos da categoria Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas

Os Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas CBO 8101-10 planejam e gerenciam processos contínuos de produção química, petroquímica e afins, corrigindo desvios das condições normais de operação. Supervisionam a elaboração de procedimentos técnicos operacionais e tratam anomalias. Lideram, desenvolvem e avaliam equipes de trabalho e participam na elaboração de documentos normativos (instruções de serviço, manuais de operação e outros). Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e preservação ambiental.

Condições de trabalho

Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas atuam na fabricação de coque, refino de petróleo e de produtos químicos e afins, como empregados com carteira assinada. Trabalham em equipe, sob supervisão ocasional, no sistema de revezamento contínuo e descontínuo de turnos, em ambiente fechado, a céu aberto ou em veículos. Podem permanecer expostos a materiais tóxicos, ruído intenso e altas temperaturas. Algumas atividades são realizadas em grandes alturas.

Exigências do mercado de trabalho

Para o exercício dessas ocupações requer-se curso técnico de nível médio na área de química, oferecido por instituições de formação profissional ou escolas técnicas. O pleno desempenho das atividades ocorre com, no mínimo, cinco anos de experiência.

Funções dos Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas CBO 8101-10

Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas devem:

  • zelar pela segurança, higiene e meio ambiente;
  • supervisionar a elaboração de procedimentos técnicos operacionais;
  • desenvolver equipe de trabalho;
  • gerenciar processos contínuos de produção;
  • demonstrar competências pessoais;
  • avaliar pessoal;
  • planejar ações necessárias ao processo de produção;
  • comunicar-se;
  • liderar equipe;
  • tratar anomalias (desvios das condições normais de operação);
  • Atividades dos cargos CBO 8101-10

    Entre as principais atribuições dos Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas CBO 8101-10 estão as de:

    • supervisionar o sistema de gerenciamento de resíduos;
    • desenvolver a criatividade;
    • possibilitar ao treinando a aplicação de conhecimentos adquiridos nos treinamentos;
    • definir equipe para elaboração de procedimentos;
    • desenvolver visão sistêmica;
    • elaborar, em conjunto com rh, os planos de treinamentos;
    • monitorar as variações no processo de produção;
    • revisar manuais de operação;
    • acompanhar inspeções em equipamentos em manutenção;
    • ministrar treinamentos;
    • utilizar ferramentas da qualidade;
    • assegurar o cumprimento das normas de segurança;
    • alocar recursos para o treinamento;
    • "dar ""feedback"" (realimentação, retorno) de avaliações";
    • verificar a eficácia do treinamento por meio de avaliações e testes;
    • promover ações de preservação da saúde ocupacional;
    • seguir parâmetros de avaliação;
    • exercitar a autonomia;
    • respeitar os limites de segurança dos processos, em sua área de atuação;
    • coordenar correções operacionais;
    • demonstrar proatividade (tomar iniciativas);
    • estabelecer prazos e prioridades para o processo operacional;
    • desenvolver confiabilidade mútua;
    • motivar equipes por meio de dinâmicas, para melhoria contínua no ambiente de trabalho;
    • escrever instruções e relatórios, de forma clara;
    • promover a motivação da equipe, nas atividades;
    • emitir relatório de tratamento da anomalia;
    • confirmar (checar) o entendimento da mensagem;
    • registrar erros e acertos;
    • desenvolver habilidades para motivar pessoas;
    • repassar informações com clareza;
    • demonstrar capacidade de escuta atenta (saber ouvir);
    • agilizar (imprimir maior rapidez, eficiência) o fluxo de informações;
    • acordar metas com os liderados;
    • analisar riscos de desvios do processo de produção;
    • preencher relatórios pertinentes a acidentes e incidentes, conforme normas de segurança;
    • identificar as necessidades da equipe;
    • participar de palestras e cursos de qualificação;
    • providenciar encaminhamentos na ocorrência de acidentes;
    • acionar órgãos competentes em caso de acidentes ambientais internos;
    • avaliar o perfil dos liderados;
    • elaborar manuais de treinamentos;
    • manter princípios éticos;
    • utilizar equipamentos de proteção individual (epi);
    • acompanhar auditorias fiscais, de segurança e de qualidade;
    • programar rotinas e processos de trabalho;
    • identificar as rotinas operacionais;
    • delegar tarefas às equipes;
    • otimizar custos de produção;
    • indicar profissionais para participação dos treinamentos;
    • promover o dialogo diário de segurança (reuniões sistemáticas sobre segurança);
    • levantar necessidades de treinamento;
    • manter a continuidade operacional;
    • verificar a eficácia da ação corretiva, por meio de testes e exames;
    • sistematizar avaliações contínuas;
    • manter equilíbrio emocional em situações diversas;
    • demonstrar exemplarmente a utilização dos equipamentos de segurança;
    • "coordenar atividades de treinamento no local de trabalho (""on the job"")";
    • garantir a confirmação da informação;
    • esclarecer critérios de avaliação;
    • selecionar recursos humanos;
    • aplicar instruções e procedimentos do processo produtivo;
    • identificar a anomalia;
    • alocar recursos humanos e materiais;
    • manter-se atualizado sobre recursos e equipamentos de segurança por meio de consultas a catálogos;
    • indicar profissionais para docência de treinamentos;
    • desenvolver habilidades de negociação;
    • fazer rodízios funcionais da equipe de trabalho;
    • selecionar recursos materiais;
    • analisar situações de risco, em conjunto ou individualmente;
    • aplicar a ação corretiva para a anomalia;
    • definir recursos para cumprimento de metas e padrões;
    • identificar as causas da anomalia;
    • identificar o perfil individual da equipe de trabalho;
    • liberar profissionais para treinamento, de acordo com convocação;
    • administrar conflitos;
    • orientar equipe quanto a paradas e partidas da planta de produção;
    • fazer revisão contínua dos procedimentos;
    • identificar normas e procedimentos de segurança;
    • registrar atividades de treinamentos;
    • trocar experiências com outros profissionais;
    • elaborar manuais de operação;
    • utilizar os recursos de comunicação disponíveis;
    • comunicar assuntos relativos a acidentes ambientais e ocupacionais para as comunidades pertinentes;
    • orientar sobre a utilização de epi;
    • processar informações de liderados e de chefias;
    • preparar manuais de instruções técnicas;
    • controlar emoções em situações de conflito;
    • negociar sobre a liberação de equipamentos para manutenção;
    • autorizar parada do processo de produção em situações de emergência;
    • cumprir o programa de produção preestabelecido;
    • buscar o autodesenvolvimento (profissional e pessoal);
    • definir prioridades de manutenção e operação;
    • elaborar cronograma de trabalho das equipes;
    • aprimorar o processo, a partir do tratamento da anomalia;
    • zelar pela integridade do ser humano;
    • cumprir os procedimentos de tratamento da anomalia;
    • avaliar a anomalia;
    • consultar dirigentes e instruções sobre atribuições das áreas da empresa;
    • encaminhar a anomalia para análises e registros documentais e laboratoriais;
    • divulgar a anomalia para as demais áreas, quando pertinente;
    • assegurar o cumprimento das instruções, pela equipe de trabalho;
    • adotar disposições e correções imediatas;
    • valorizar o desempenho dos treinados;
    • demonstrar assertividade (declarar posição);

    Cargos e salários CBO 8101-10 - Supervisores de produção em indústrias químicas, petroquímicas

    Salário Mestre de Produção Química

    Mestre de Produção Química: Brasil

    • 1.528
    • Brasil
    • 4.323 - 10.507
    • 43h
    O profissional no cargo de Mestre de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando no Brasil, ganha entre 4.323 e 10.507 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 1.528 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Chefe de Centrifugação

    Chefe de Centrifugação: Brasil

    • 1.527
    • Brasil
    • 4.327 - 10.475
    • 43h
    O profissional no cargo de Chefe de Centrifugação CBO 8101-10 trabalhando no Brasil, ganha entre 4.327 e 10.475 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 1.527 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Encarregado de Produção Química

    Encarregado de Produção Química: Brasil

    • 1.528
    • Brasil
    • 4.323 - 10.507
    • 43h
    O profissional no cargo de Encarregado de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando no Brasil, ganha entre 4.323 e 10.507 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 1.528 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Supervisor de Produção Química

    Supervisor de Produção Química: Brasil

    • 1.528
    • Brasil
    • 4.323 - 10.507
    • 43h
    O profissional no cargo de Supervisor de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando no Brasil, ganha entre 4.323 e 10.507 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 1.528 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Mestre de Produção Química

    Mestre de Produção Química: São Paulo

    • 670
    • São Paulo
    • 4.952 - 5.198
    • 43h
    O profissional no cargo de Mestre de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando em São Paulo, ganha entre 4.952 e 5.198 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 670 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Encarregado de Produção Química

    Encarregado de Produção Química: São Paulo

    • 670
    • São Paulo
    • 4.952 - 5.198
    • 43h
    O profissional no cargo de Encarregado de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando em São Paulo, ganha entre 4.952 e 5.198 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 670 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.
    Salário Supervisor de Produção Química

    Supervisor de Produção Química: São Paulo

    • 670
    • São Paulo
    • 4.952 - 5.198
    • 43h
    O profissional no cargo de Supervisor de Produção Química CBO 8101-10 trabalhando em São Paulo, ganha entre 4.952 e 5.198 para uma jornada de trabalho média de 43h semanais de acordo com dados salariais de 670 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 8101-10.