📥 Contratações i
828
📤 Demissões i
815
⚖️ Saldo líquido i
+13
🔄 Situação i
Com baixa demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.358
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
37
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
29%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.643
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,02
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.6%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.009
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Usinas de Compostagem contrataram 828 profissionais em regime CLT e desligaram 815 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 1.643 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 5.8% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, PR — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Usinas de Compostagem (CNAE 3839-4/01) movimentou 1.643 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 37 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.358. A ocupação mais contratada no setor é Motorista de caminhão, com 204 contratações e salário médio de R$ 2.856 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
+5,5%
R$ 2.190 → R$ 2.310
SubindoVolume de contratações i
-4,4%
207 → 198 admissões
EstávelEscolaridade i
-0,63
7,00 → 6,37 (índice)
DesqualificandoIdade média i
+1,7 anos
34,1 → 35,8 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+2,0 p.p.
12,1% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: escolaridade desqualificando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3839-4/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Usinas de Compostagem no Brasil
Empresas ativas i
440
375 matrizes e 65 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
44
12 meses até 07/2026
Fechadas i
24
12 meses até 07/2026
Existem 440 empresas ativas de Usinas de Compostagem no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 44 empresas abriram e 24 fecharam, um saldo positivo de 20. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 28 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+20
aberturas +0,0% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
28
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 60.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
188
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 304 em 01/2020 para 441 em 07/2026 (+45,1%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 26 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 101 empresas (23,0%)
- Minas Gerais: 73 empresas (16,6%)
- Paraná: 46 empresas (10,5%)
- Rio Grande do Sul: 43 empresas (9,8%)
- Santa Catarina: 30 empresas (6,8%)
- Mato Grosso: 20 empresas (4,5%)
- Mato Grosso do Sul: 18 empresas (4,1%)
- Goiás: 18 empresas (4,1%)
- Rio de Janeiro: 15 empresas (3,4%)
- Bahia: 14 empresas (3,2%)
- Pará: 11 empresas (2,5%)
- Ceará: 8 empresas (1,8%)
- Pernambuco: 8 empresas (1,8%)
- Rio Grande do Norte: 5 empresas (1,1%)
- Distrito Federal: 5 empresas (1,1%)
- Piauí: 4 empresas (0,9%)
- Espírito Santo: 4 empresas (0,9%)
- Rondônia: 3 empresas (0,7%)
- Sergipe: 3 empresas (0,7%)
- Amazonas: 2 empresas (0,5%)
- Tocantins: 2 empresas (0,5%)
- Paraíba: 2 empresas (0,5%)
- Acre: 1 empresas (0,2%)
- Roraima: 1 empresas (0,2%)
- Amapá: 1 empresas (0,2%)
- Maranhão: 1 empresas (0,2%)
- Alagoas: 1 empresas (0,2%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Usinas de Compostagem existem no Brasil?
São 440 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 44 aberturas contra 24 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
56,8% são microempresas, 16,8% de pequeno porte e 26,4% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 60.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3839-4/01 é o código da atividade econômica de Usinas de Compostagem, que pertence à divisão de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Escopo de atuação do segmento de Usinas de Compostagem — CNAE 3839-4/01
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Como funciona o setor de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais
Este setor envolve a coleta, tratamento e disposição de resíduos e a operação de estações de recuperação de materiais descartados.
Atividades classificadas em outros setores
O setor não engloba a fabricação de produtos novos a partir de matérias-primas secundárias, classificada de acordo com os produtos fabricados (seção C); a revenda de sucatas e resíduos sem qualquer tipo de tratamento (seção G - divisão 46) e o comércio de artigos resultantes de demolição (seção G - divisão 47).
O que entra neste segmento
- a trituração, a limpeza e a classificação de vidro
- a recuperação de aparas e desperdícios de papel e papelão, para a produção de matéria-prima secundária
- a recuperação de borracha, como pneus usados, para a produção de matéria-prima secundária
- a trituração, limpeza e triagem de outros desperdícios não especificados anteriormente, para a obtenção de matéria-prima secundária
- o processamento de outros resíduos de alimentos, bebidas e fumo e substâncias residuais em matérias-primas secundárias
Atividades complementares incluídas
- a obtenção de compostos orgânicos para fertilização do solo a partir de processo de degradação biológica de resíduos orgânicos não-perigosos, tais como restos de alimentos, estercos animais, restos de culturas agrícolas, bem como a porção orgânica dos resíduos sólidos urbanos
Atividades que não fazem parte deste CNAE
- a fabricação de novos produtos a partir de matéria-prima recuperada (Seção C)
- a fabricação de produtos intermediários para fertilizantes (20.12-6)
- a obtenção de adubos e fertilizantes a partir da mistura de componentes químicos inorgânicos (20.13-4)
- o reprocessamento de combustíveis nucleares (20.19-3)
- o tratamento e a disposição de resíduos não-perigosos (38.21-1)
- o tratamento e a disposição de resíduos perigosos contaminados de hospitais, etc. (38.22-0)
- o desmanche de veículos, computadores, televisores e outros tipos de equipamentos para a obtenção de partes utilizáveis para revenda (seção G)
- o comércio de desperdícios, resíduos e sucatas, inclusive com o recolhimento, seleção e comercialização, sem qualquer transformação (seção G)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
