CBO 2394-25 - Programadores, avaliadores e orientadores de ensino - Salário, Piso Salarial, Descrição do Cargo

CBO 2394-25 é o Código Brasileiro da Ocupação de programadores, avaliadores e orientadores de ensino que pertence ao grupo dos outros profissionais do ensino não classificados anteriormente, segundo a tabela CBO divulgada pela Secretaria Especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE - Ministério do Trabalho).

Nesta página você pode ver as funções desempenhadas pelo cargo, descrição de atividades principais, atribuições, mercado de trabalho, piso salarial médio, jornada de trabalho, faixa salarial, dados salariais oficiais atualizados para a função, bem como o salário médio pago para os Programadores, avaliadores e orientadores de ensino CBO 2394-25 em todo Brasil ou categorizados por estados e cidades brasileiras.

Divisões de categorias profissionais do CBO 2394-25

  • Profissionais das ciências e das artes.
    • Profissionais do ensino.
      • Outros profissionais do ensino não classificados anteriormente.
        • Programadores, avaliadores e orientadores de ensino.

Descrição dos cargos da categoria Programadores, avaliadores e orientadores de ensino

Os Programadores, avaliadores e orientadores de ensino CBO 2394-25 implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas.

Condições de trabalho

Programadores, avaliadores e orientadores de ensino atuam em atividades de ensino nas esferas públicas e privadas. São estatutários ou empregados com carteira assinada, trabalham tanto individualmente como em equipe interdisciplinar, com supervisão ocasional, em ambientes fechados e em horários diurno e noturno. Em algumas atividades podem trabalhar sob pressão, levando-os à situação de estresse.

Exigências do mercado de trabalho

O exercício dessas ocupações requer curso superior na área de educação ou áreas correlatas. O desempenho pleno das atividades ocorre após três ou quatro anos de exercício profissional.

Funções dos Programadores, avaliadores e orientadores de ensino CBO 2394-25

Programadores, avaliadores e orientadores de ensino devem:

  • viabilizar o trabalho coletivo;
  • avaliar o desenvolvimento do projeto pedagógico/instrucional;
  • implementar a execução do projeto pedagógico/instrucional;
  • coordenar a (re) construção do projeto pedagógico/instrucional;
  • demonstrar competências pessoais;
  • promover a formação contínua dos profissionais;
  • comunicar-se;
  • Atividades dos cargos CBO 2394-25

    Entre as principais atribuições dos Programadores, avaliadores e orientadores de ensino CBO 2394-25 estão as de:

    • criar clima favorável de trabalho;
    • avaliar a implementação de projetos educacionais;
    • estabelecer sintonia entre as teorias de aprendizagem e as modalidades de ensino;
    • estimular o senso de justiça;
    • elaborar textos de orientação;
    • estimular a cooperação;
    • dimensionar os problemas;
    • desenvolver a autoestima;
    • estimular a criatividade;
    • propor soluções para problemas educacionais detectados;
    • respeitar a autoria do educador;
    • criar mecanismos de participação/interação;
    • criar e recriar normas de convivência e procedimentos de trabalho coletivo;
    • respeitar a alteridade;
    • acompanhar a produção dos alunos;
    • trabalhar em equipe;
    • observar o processo de trabalho em salas de aula;
    • coordenar projetos e atividades de recuperação da aprendizagem;
    • estimular o senso crítico;
    • participar da avaliação proposta pela instituição;
    • organizar reuniões com equipes de trabalho;
    • avaliar o desempenho profissional dos educadores;
    • avaliar o processo de ensino e de aprendizagem;
    • demonstrar flexibilidade;
    • acompanhar a trajetória escolar do aluno;
    • demonstrar criatividade;
    • orientar atividades interdisciplinares;
    • selecionar referencial teórico;
    • auto avaliar-se;
    • participar de cursos, seminários e congressos;
    • aprofundar a reflexão sobre o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos;
    • sistematizar registros administrativos e pedagógicos;
    • valorizar a participação das famílias e dos alunos no projeto pedagógico;
    • aprofundar a reflexão sobre currículos e metodologias de ensino;
    • publicar experiências pedagógicas;
    • coletar diferentes propostas de coordenação, supervisão e orientação como subsídios;
    • reunir-se com conselhos de classe;
    • propor ações que favoreçam a maturação da criança;
    • analisar a execução do plano de ensino e outros regimes escolares;
    • pesquisar os avanços do conhecimento científico, artístico, filosófico e tecnológico;
    • demonstrar capacidade de observação;
    • divulgar experiências pedagógicas;
    • coordenar reuniões;
    • estimular a solidariedade;
    • divulgar deliberações;
    • estimular a transparência na condução dos trabalhos;
    • formar-se continuamente;
    • selecionar bibliografia;
    • promover cursos, oficinas e orientação técnica na escola e inter escolas;
    • administrar conflitos disciplinares entre professores e alunos;
    • participar da elaboração e reelaboração de regimentos escolares;
    • aprofundar a reflexão sobre as teorias da aprendizagem;
    • promover trocas de experiências;
    • entrevistar;
    • demonstrar proatividade;
    • assessorar as escolas/instituições;
    • construir instrumentos de avaliação;
    • emitir pareceres;
    • contextualizar historicamente a escola;
    • assessorar o trabalho docente;
    • administrar conflitos;
    • demonstrar versatilidade;
    • avaliar os planos diretores;
    • atualizar-se continuamente;
    • promover o estabelecimento de relações que favoreçam a significação do docente, do discente, da instituição escolar e da família;
    • socializar informações;
    • valorizar experiências pedagógicas significativas;
    • estimular valores estéticos;
    • promover estudos de caso;
    • dominar a língua portuguesa;
    • articular a ação da escola com outras instituições;
    • administrar a progressão da aprendizagem;
    • intermediar conflitos entre a escola e a família;
    • elaborar relatórios;
    • participar de fóruns: acadêmicos, políticos e culturais;
    • interagir com os pais;
    • compreender o contexto;
    • avaliar a instituição escolar;
    • interpretar as relações que possibilitam ou impossibilitam a emergência dos processos ensinar;
    • estimular o respeito mútuo;
    • organizar grupos de estudos;
    • divulgar resultados de avaliação;
    • fornecer subsídios teóricos;
    • fornecer subsídios para reflexão das mudanças sociais, políticas, tecnológicas e culturais;
    • organizar encontros, congressos e seminários;
    • avaliar os processos de maturação cognoscitiva, psicomotora, linguística e grafoperceptiva da criança;
    • sugerir mudanças no projeto pedagógico;
    • estudar continuamente;
    • traçar objetivos educacionais;
    • expressar-se com clareza;
    • planejar reuniões com equipes de trabalho;
    • articular a ação conjunta da escola com as instituições de proteção à criança e ao adolescente;
    • olhar com intencionalidade pedagógica;
    • criar espaços para o exercício da diversidade;
    • acompanhar o desenvolvimento do trabalho docente/autor;
    • pesquisar práticas educativas;
    • respeitar as diversidades;
    • detectar eventuais problemas educacionais;
    • respeitar a autonomia do educador;
    • criar espaços de participação/interação;
    • administrar tempo;
    • registrar a produção do conhecimento sobre a prática educacional;
    • visitar rotineiramente as escolas;
    • estimular a participação dos diferentes sujeitos;
    • planejar ações de operacionalização;
    • organizar encontro de educandos;

    Cargos e salários CBO 2394-25 - Programadores, avaliadores e orientadores de ensino

    Salário Psicopedagogo

    Psicopedagogo: Brasil

    • 1.116
    • Brasil
    • 2.566 - 5.303
    • 33h
    O profissional no cargo de Psicopedagogo CBO 2394-25 trabalhando no Brasil, ganha entre 2.566 e 5.303 para uma jornada de trabalho média de 33h semanais de acordo com dados salariais de 1.116 colaboradores registrados em regime CLT. Clique e confira a pesquisa salarial completa do cargo CBO 2394-25.