📥 Contratações i
7.081
📤 Demissões i
6.358
⚖️ Saldo líquido i
+723
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.999
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
109
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
58%
piso → teto
👥 Profissionais i
13.439
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,11
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
47.3%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.099
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Aterros Sanitários contrataram 7.081 profissionais em regime CLT e desligaram 6.358 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 13.439 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 9.52% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, BA, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Aterros Sanitários (CNAE 3821-1/00) movimentou 13.439 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 109 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.999. A ocupação mais contratada no setor é Coletor de lixo domiciliar, com 2.281 contratações e salário médio de R$ 1.892 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+7,7%
R$ 1.857 → R$ 2.000
SubindoVolume de contratações i
+13,8%
1.643 → 1.869 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,17
6,79 → 6,62 (índice)
EstávelIdade média i
+0,7 anos
34,4 → 35,1 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-0,5 p.p.
13,6% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 3821-1/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Aterros Sanitários no Brasil
Empresas ativas i
1.101
851 matrizes e 250 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
110
12 meses até 07/2026
Fechadas i
27
12 meses até 07/2026
Existem 1.101 empresas ativas de Aterros Sanitários no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 110 empresas abriram e 27 fecharam, um saldo positivo de 83. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 60 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+83
aberturas +17,0% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
60
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 150.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
643
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 790 em 01/2020 para 1.100 em 07/2026 (+39,2%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 59 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 195 empresas (17,7%)
- Minas Gerais: 169 empresas (15,3%)
- Rio de Janeiro: 89 empresas (8,1%)
- Paraná: 84 empresas (7,6%)
- Rio Grande do Sul: 80 empresas (7,3%)
- Santa Catarina: 63 empresas (5,7%)
- Pernambuco: 54 empresas (4,9%)
- Espírito Santo: 52 empresas (4,7%)
- Bahia: 45 empresas (4,1%)
- Goiás: 44 empresas (4,0%)
- Ceará: 40 empresas (3,6%)
- Mato Grosso: 28 empresas (2,5%)
- Mato Grosso do Sul: 22 empresas (2,0%)
- Rio Grande do Norte: 19 empresas (1,7%)
- Paraíba: 18 empresas (1,6%)
- Maranhão: 15 empresas (1,4%)
- Pará: 13 empresas (1,2%)
- Rondônia: 12 empresas (1,1%)
- Alagoas: 12 empresas (1,1%)
- Tocantins: 10 empresas (0,9%)
- Piauí: 10 empresas (0,9%)
- Sergipe: 10 empresas (0,9%)
- Amazonas: 5 empresas (0,5%)
- Distrito Federal: 5 empresas (0,5%)
- Amapá: 4 empresas (0,4%)
- Acre: 2 empresas (0,2%)
- Roraima: 1 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Aterros Sanitários existem no Brasil?
São 1.101 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 110 aberturas contra 27 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
34,0% são microempresas, 15,1% de pequeno porte e 51,0% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 150.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 3821-1/00 é o código da atividade econômica de Aterros Sanitários, que pertence à divisão de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Aterros Sanitários — CNAE 3821-1/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Coleta, tratamento e disposição de resíduos; recuperação de materiais
Este setor envolve a coleta, tratamento e disposição de resíduos e a operação de estações de recuperação de materiais descartados.
O que pertence a outros setores
O setor não engloba a fabricação de produtos novos a partir de matérias-primas secundárias, classificada de acordo com os produtos fabricados (seção C); a revenda de sucatas e resíduos sem qualquer tipo de tratamento (seção G - divisão 46) e o comércio de artigos resultantes de demolição (seção G - divisão 47).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a operação de depósitos de lixo e aterros sanitários para a disposição de resíduos não-perigosos
- a eliminação de resíduos não-perigosos pela combustão ou incineração, com ou sem o objetivo de geração de eletricidade ou vapor, cinzas ou outros subprodutos para posterior aproveitamento
- a triagem e eliminação de resíduos não-perigosos por outros meios (p.ex., o despejo em locais de disposição controlada ou vazadouros)
O que fica fora deste segmento
- a obtenção de gás a partir da decomposição biológica de matéria orgânica (restos agrícolas, esterco ou lixo doméstico) (35.20-4)
- a incineração e a combustão de resíduos perigosos (38.22-0)
- as operações de seleção, classificação, etc. de materiais recuperáveis misturados, tais como papel, plásticos, latas de bebidas descartadas e metais para posterior aproveitamento (grupo 38.3)
- a operação de usinas de compostagem (38.39-4)
- a descontaminação e limpeza do solo, água, redução de materiais perigosos (39.00-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
