📥 Contratações i
23.538
📤 Demissões i
25.402
⚖️ Saldo líquido i
-1.864
🔄 Situação i
Com baixa demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.729
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
207
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
54%
piso → teto
👥 Profissionais i
48.940
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,93
setor em retração
🔁 Rotatividade i
48.1%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.640
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Produtos Têxteis contrataram 23.538 profissionais em regime CLT e desligaram 25.402 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 48.940 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 7.02% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, SC, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Produtos Têxteis (CNAE 1359-6/00) movimentou 48.940 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 207 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.729. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 15.355 contratações e salário médio de R$ 1.887 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+5,7%
R$ 1.846 → R$ 1.951
SubindoVolume de contratações i
-10,4%
6.645 → 5.952 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,01
6,71 → 6,72 (índice)
EstávelIdade média i
+0,2 anos
30,6 → 30,8 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,2 p.p.
50,9% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1359-6/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Produtos Têxteis no Brasil
Empresas ativas i
4.752
4.473 matrizes e 279 filiais
MEIs ativos i
31.938
87,0% do total de CNPJs
Abertas i
171
12 meses até 07/2026
Fechadas i
471
12 meses até 07/2026
Existem 4.752 empresas ativas de Fábricas de Produtos Têxteis no Brasil, além de 31.938 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 171 empresas abriram e 471 fecharam, um saldo negativo de 300. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 952 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
-300
aberturas -19,0% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
952
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 10.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
495
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 5.151 em 01/2020 para 4.758 em 07/2026 (-7,6%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 942 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 1.546 empresas (32,5%)
- Santa Catarina: 541 empresas (11,4%)
- Minas Gerais: 455 empresas (9,6%)
- Rio de Janeiro: 418 empresas (8,8%)
- Paraná: 348 empresas (7,3%)
- Rio Grande do Sul: 338 empresas (7,1%)
- Bahia: 177 empresas (3,7%)
- Pernambuco: 162 empresas (3,4%)
- Ceará: 118 empresas (2,5%)
- Goiás: 109 empresas (2,3%)
- Paraíba: 104 empresas (2,2%)
- Espírito Santo: 88 empresas (1,9%)
- Rio Grande do Norte: 58 empresas (1,2%)
- Pará: 42 empresas (0,9%)
- Mato Grosso: 40 empresas (0,8%)
- Mato Grosso do Sul: 33 empresas (0,7%)
- Alagoas: 32 empresas (0,7%)
- Distrito Federal: 29 empresas (0,6%)
- Maranhão: 23 empresas (0,5%)
- Amazonas: 19 empresas (0,4%)
- Piauí: 18 empresas (0,4%)
- Sergipe: 18 empresas (0,4%)
- Rondônia: 11 empresas (0,2%)
- Roraima: 7 empresas (0,1%)
- Tocantins: 7 empresas (0,1%)
- Acre: 6 empresas (0,1%)
- Amapá: 5 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Produtos Têxteis existem no Brasil?
São 4.752 empresas ativas e 31.938 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 171 aberturas contra 471 fechamentos, ou seja, o número de empresas diminuiu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
77,0% são microempresas, 13,6% de pequeno porte e 9,4% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 10.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 1359-6/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Produtos Têxteis, que pertence à divisão de Fabricação de produtos têxteis, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Fábricas de Produtos Têxteis — CNAE 1359-6/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Fabricação de produtos têxteis
O setor agrupa as atividades de preparação das fibras têxteis, a fiação e a tecelagem (plana ou não). As fibras têxteis podem ser naturais (algodão, seda, linho, lã, rami, juta, sisal, etc.) ou químicas (artificiais e sintéticas). A preparação das fibras têxteis naturais consiste em processos tais como: lavagem, carbonização, cardação, penteação e outras.
A fiação é um processo intermediário na cadeia produtiva têxtil e tem como insumo as fibras naturais e as fibras químicas.
A fabricação de tecidos é feita a partir de técnicas distintas: a tecelagem de tecidos planos é resultantes do entrelaçamento de dois conjuntos de fios que se cruzam em ângulo reto; a malharia é resultado da formação de laços que se interpenetram e se apóiam lateral e verticalmente, provenientes de um ou mais fios e o tecido não tecido (non-woven) é obtido diretamente de camadas de fibras que se prendem umas às outras por meios físicos e químicos, formando uma folha contínua, como p.ex.: feltros e enchimentos.
O setor também inclui
O setor engloba também as atividades de acabamento de fios, tecidos e artigos têxteis e do vestuário. As atividades de acabamento podem realizar-se em fibras, fios e tecidos e constituem-se em uma série de operações que preparam os produtos têxteis para o uso a que se destinam. Podem ser: alvejamento, tingimento, estamparia e outros.
O que pertence a outros setores
O setor exclui a fabricação de fibras artificiais e sintéticas que são produzidas na indústria química (divisão 20), a fabricação de fibra de vidro (divisão 23) e a confecção de artefatos do vestuário (divisão 14).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de artefatos têxteis confeccionados para usos diversos (sacos de algodão e de outras fibras têxteis, sacos de fita ráfia, bandeiras, etc.), quando não integrada à tecelagem
- a fabricação de artefatos de passamanaria (galões, vieses, etc.)
- a fabricação de fitas elásticas e de tecidos elásticos
- a fabricação de filós, rendas, bordados e de tecidos bordados
- a fabricação de fitas de tecidos
O que fica fora deste segmento
- a fabricação de artefatos de tapeçaria (13.52-9)
- a fabricação de artefatos produzidos com tecidos especiais (13.54-5)
- a fabricação de artefatos têxteis para usos técnicos (13.54-5)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
