📥 Contratações i
10.085
📤 Demissões i
11.055
⚖️ Saldo líquido i
-970
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 4.243
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
149
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
96%
piso → teto
👥 Profissionais i
21.140
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
0,91
setor em retração
🔁 Rotatividade i
47.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 7.214
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Componentes Eletrônicos contrataram 10.085 profissionais em regime CLT e desligaram 11.055 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 21.140 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 17.39% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, AM, RS — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Componentes Eletrônicos (CNAE 2610-8/00) movimentou 21.140 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 149 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 4.243. A ocupação mais contratada no setor é Alimentador de linha de produção, com 4.194 contratações e salário médio de R$ 2.139 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+7,7%
R$ 2.202 → R$ 2.371
SubindoVolume de contratações i
+29,7%
2.382 → 3.090 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,20
8,49 → 8,29 (índice)
EstávelIdade média i
-0,4 anos
31,7 → 31,3 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,1 p.p.
53,8% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando e salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 2610-8/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🏢 Empresas do segmento de Fábricas de Componentes Eletrônicos no Brasil
Empresas ativas i
1.449
1.299 matrizes e 150 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
67
12 meses até 07/2026
Fechadas i
46
12 meses até 07/2026
Existem 1.449 empresas ativas de Fábricas de Componentes Eletrônicos no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 67 empresas abriram e 46 fecharam, um saldo positivo de 21. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 105 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+21
aberturas -19,3% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
105
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 79.683
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
696
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 1.688 em 01/2020 para 1.447 em 07/2026 (-14,3%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 102 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 582 empresas (40,2%)
- Rio Grande do Sul: 189 empresas (13,0%)
- Paraná: 182 empresas (12,6%)
- Minas Gerais: 160 empresas (11,0%)
- Santa Catarina: 99 empresas (6,8%)
- Amazonas: 71 empresas (4,9%)
- Rio de Janeiro: 46 empresas (3,2%)
- Goiás: 23 empresas (1,6%)
- Pernambuco: 19 empresas (1,3%)
- Bahia: 15 empresas (1,0%)
- Ceará: 10 empresas (0,7%)
- Espírito Santo: 9 empresas (0,6%)
- Mato Grosso: 9 empresas (0,6%)
- Paraíba: 7 empresas (0,5%)
- Distrito Federal: 7 empresas (0,5%)
- Mato Grosso do Sul: 4 empresas (0,3%)
- Piauí: 3 empresas (0,2%)
- Alagoas: 3 empresas (0,2%)
- Pará: 2 empresas (0,1%)
- Tocantins: 2 empresas (0,1%)
- Maranhão: 2 empresas (0,1%)
- Rio Grande do Norte: 2 empresas (0,1%)
- Rondônia: 1 empresas (0,1%)
- Amapá: 1 empresas (0,1%)
- Sergipe: 1 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Fábricas de Componentes Eletrônicos existem no Brasil?
São 1.449 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 67 aberturas contra 46 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
43,1% são microempresas, 25,5% de pequeno porte e 31,4% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 79.683.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 2610-8/00 é o código da atividade econômica de Fábricas de Componentes Eletrônicos, que pertence à divisão de Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Fábricas de Componentes Eletrônicos — CNAE 2610-8/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos
Os produtos deste setor caracterizam-se principalmente pelo uso de circuitos integrados e a aplicação de tecnologias altamente especializadas.
O setor contempla a fabricação de componentes eletrônicos, a fabricação de computadores e periféricos de computadores, a fabricação de equipamentos de comunicação e produtos eletrônicos semelhantes, a fabricação de produtos eletrônicos de consumo, a fabricação de equipamentos de medida, teste, navegação e controle, a fabricação de cronômetros e relógios, a fabricação de equipamentos de irradiação, eletromédicos e eletroterapêuticos e de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos.
O setor também inclui
O setor também inclui a fabricação de mídias magnéticas ou ópticas.
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a fabricação de capacitores e condensadores eletrônicos
- a fabricação de microprocessadores
- a fabricação de placas de circuito impresso
- a fabricação de conectores eletrônicos
- a fabricação de tubos catódicos e tubos de imagem
- a fabricação de circuitos integrados (analógico, digital ou híbrido)
- a fabricação de diodos, transistores e componentes semelhantes
- a fabricação de indutores (p.ex.: reatores, bobinas, transformadores eletrônicos)
- a fabricação de solenóides, interruptores e transdutores para aplicações eletrônicas
- a fabricação semicondutores, acabados ou semi-acabados
- a fabricação de placas de interface (p.ex.: som, vídeo, controladores de rede)
- a fabricação de componentes de displays, telas e mostradores (plasma, polímero, LCD)
- a fabricação de diodos emissores de luz (LED)
Também faz parte do segmento
- a montagem de componentes em placas de circuitos impressos
- a fabricação de cabos de impressora, cabos de monitor, cabos USB, conectores, etc.
O que fica fora deste segmento
- a fabricação de computadores (26.21-3) e equipamentos periféricos (26.22-1)
- a fabricação de modems (aparelho) (26.31-1)
- a fabricação de televisores (26.40-0)
- a fabricação de tubos de raios-X e outros aparelhos de irradiação (26.60-4)
- a fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos (26.70-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
