📥 Contratações i
15.686
📤 Demissões i
15.480
⚖️ Saldo líquido i
+206
🔄 Situação i
Com baixa demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 3.104
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
118
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
36%
piso → teto
👥 Profissionais i
31.166
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,01
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
49.7%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.276
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Obras de Fundações contrataram 15.686 profissionais em regime CLT e desligaram 15.480 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 31.166 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixa demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 7.7% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, PE, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Obras de Fundações (CNAE 4391-6/00) movimentou 31.166 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 118 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 3.104. A ocupação mais contratada no setor é Servente de obras, com 11.777 contratações e salário médio de R$ 2.088 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+0,5%
R$ 2.300 → R$ 2.311
EstávelVolume de contratações i
+11,6%
3.825 → 4.270 admissões
AcelerandoEscolaridade i
-0,08
6,28 → 6,20 (índice)
EstávelIdade média i
-0,4 anos
35,0 → 34,6 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-0,9 p.p.
3,8% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,0h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume acelerando.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4391-6/00) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Obras de Fundações no Brasil
Empresas ativas i
2.743
2.581 matrizes e 162 filiais
MEIs ativos i
1
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
201
12 meses até 07/2026
Fechadas i
146
12 meses até 07/2026
Existem 2.743 empresas ativas de Obras de Fundações no Brasil, além de 1 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 201 empresas abriram e 146 fecharam, um saldo positivo de 55. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 383 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+55
aberturas -2,9% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
383
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 60.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
572
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 3.596 em 01/2020 para 2.738 em 07/2026 (-23,9%).
A queda entre 05/2026 e 07/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 380 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 948 empresas (34,6%)
- Minas Gerais: 297 empresas (10,8%)
- Paraná: 236 empresas (8,6%)
- Rio de Janeiro: 219 empresas (8,0%)
- Santa Catarina: 159 empresas (5,8%)
- Rio Grande do Sul: 135 empresas (4,9%)
- Bahia: 111 empresas (4,0%)
- Goiás: 96 empresas (3,5%)
- Pará: 77 empresas (2,8%)
- Pernambuco: 72 empresas (2,6%)
- Mato Grosso: 61 empresas (2,2%)
- Espírito Santo: 57 empresas (2,1%)
- Distrito Federal: 47 empresas (1,7%)
- Ceará: 43 empresas (1,6%)
- Maranhão: 33 empresas (1,2%)
- Mato Grosso do Sul: 29 empresas (1,1%)
- Piauí: 21 empresas (0,8%)
- Rio Grande do Norte: 21 empresas (0,8%)
- Amazonas: 20 empresas (0,7%)
- Paraíba: 14 empresas (0,5%)
- Rondônia: 13 empresas (0,5%)
- Tocantins: 12 empresas (0,4%)
- Alagoas: 7 empresas (0,3%)
- Sergipe: 7 empresas (0,3%)
- Roraima: 4 empresas (0,1%)
- Acre: 2 empresas (0,1%)
- Amapá: 2 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Obras de Fundações existem no Brasil?
São 2.743 empresas ativas e 1 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 201 aberturas contra 146 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
59,9% são microempresas, 23,3% de pequeno porte e 16,8% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 60.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4391-6/00 é o código da atividade econômica de Obras de Fundações, que pertence à divisão de Serviços especializados para construção, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que faz o segmento de Obras de Fundações — CNAE 4391-6/00
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Panorama do setor de Serviços especializados para construção
O setor agrupa a execução de partes de edifícios ou obras de infra-estrutura, tais como: a preparação do terreno para construção, a instalação de materiais e equipamentos necessários ao funcionamento do imóvel e as obras de acabamento.
Em geral, as unidades classificadas neste setor são especializadas em um determinado tipo de serviço para a construção civil, comum a diferentes tipos de estruturas e que requer a utilização de técnicas e equipamentos especiais para a sua execução. Como exemplo, podemse citar as seguintes atividades: as fundações, a concretagem de estruturas, a colocação de revestimentos de qualquer material em paredes e pisos, a instalação de andaimes, a construção de coberturas, etc.
Também está compreendida neste setor a construção de estruturas de aço, sempre que esta atividade não seja realizada pelo próprio fabricante das partes metálicas da estrutura (vigas, colunas, lajes, etc.). Os serviços especializados para construção civil são geralmente realizados por subcontratação pela empresa responsável pela realização da construção e, no caso de obras de reforma, normalmente esses serviços são executados diretamente para o proprietário.
O setor também inclui
Este setor contempla também as obras de instalações prediais que permitem o funcionamento e a operação do edifício. Normalmente estas atividades são realizadas conjuntamente à fase de construção, sendo que algumas partes desses serviços podem ser concluídas em um período pré-fixado. Estas atividades incluem as instalações hidráulicas, as instalações de sistemas de calefação e de ar condicionado, antenas, sistemas de alarme e outras instalações elétricas, sistemas de irrigação automáticos, elevadores e escadas rolantes, etc. Também estão incluídos os serviços de tratamento térmico e acústico, alvenaria, refrigeração comercial, a instalação de sistemas de iluminação e de sinalização luminosa e iluminação de rodovias, ferrovias, aeroportos, portos, etc.
O que pertence a outros setores
O setor não engloba a construção de edifícios (divisão 41), as obras de infra-estrutura (divisão 42), a retirada de entulho (divisão 38) e os serviços de paisagismo (divisão 81).
Atividades que fazem parte deste CNAE
- a execução de fundações diversas para edifícios e outras obras de engenharia civil, inclusive a cravação de estacas
Também faz parte do segmento
- a execução de reforço de fundações para edifícios e outras obras de engenharia civil
- o aluguel, com operador, de equipamentos para execução de fundações
O que fica fora deste segmento
- a perfuração de poços para exploração de petróleo e gás natural, incluídas as investigações geofísicas, geológicas e sísmicas, quando realizada pela própria empresa (06.00-0), ou quando realizada por terceiros (09.10-6)
- as sondagens destinadas à construção civil (43.12-6)
- as obras de terraplenagem (43.13-4)
- o rebaixamento de lençóis freáticos e a drenagem do solo destinado à construção (43.19-3)
- a perfuração e abertura de poços de água (43.99-1)
- as atividades de prospecção geológica (71.19-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
