📥 Contratações i
4.361
📤 Demissões i
3.916
⚖️ Saldo líquido i
+445
🔄 Situação i
Com muita demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.981
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
68
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
100%
piso → teto
👥 Profissionais i
8.277
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,11
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
47.3%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 5.068
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Atacado de Peças de Moto contrataram 4.361 profissionais em regime CLT e desligaram 3.916 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 8.277 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com muita demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 7.93% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, RO, MA — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Atacado de Peças de Moto (CNAE 4541-2/02) movimentou 8.277 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 68 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.981. A ocupação mais contratada no setor é Almoxarife, com 1.044 contratações e salário médio de R$ 1.849 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+5,0%
R$ 1.700 → R$ 1.785
SubindoVolume de contratações i
+7,1%
1.105 → 1.183 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,19
7,27 → 7,46 (índice)
EstávelIdade média i
-0,2 anos
28,1 → 27,9 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-1,3 p.p.
25,8% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
-0,1h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 4541-2/02) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Atacado de Peças de Moto no Brasil
Empresas ativas i
1.815
1.440 matrizes e 375 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
271
12 meses até 07/2026
Fechadas i
104
12 meses até 07/2026
Existem 1.815 empresas ativas de Atacado de Peças de Moto no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 271 empresas abriram e 104 fecharam, um saldo positivo de 167. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 95 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+167
aberturas +29,0% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
95
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 100.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
240
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 1.513 em 01/2020 para 1.812 em 07/2026 (+19,8%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 92 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 321 empresas (17,7%)
- Santa Catarina: 176 empresas (9,7%)
- Goiás: 124 empresas (6,8%)
- Maranhão: 106 empresas (5,8%)
- Minas Gerais: 102 empresas (5,6%)
- Pará: 96 empresas (5,3%)
- Mato Grosso: 90 empresas (5,0%)
- Pernambuco: 88 empresas (4,8%)
- Ceará: 81 empresas (4,5%)
- Bahia: 81 empresas (4,5%)
- Paraná: 80 empresas (4,4%)
- Piauí: 73 empresas (4,0%)
- Rio Grande do Sul: 53 empresas (2,9%)
- Espírito Santo: 51 empresas (2,8%)
- Rio de Janeiro: 43 empresas (2,4%)
- Rondônia: 41 empresas (2,3%)
- Paraíba: 39 empresas (2,1%)
- Rio Grande do Norte: 34 empresas (1,9%)
- Alagoas: 32 empresas (1,8%)
- Sergipe: 26 empresas (1,4%)
- Tocantins: 22 empresas (1,2%)
- Mato Grosso do Sul: 19 empresas (1,0%)
- Distrito Federal: 13 empresas (0,7%)
- Amazonas: 12 empresas (0,7%)
- Amapá: 6 empresas (0,3%)
- Roraima: 4 empresas (0,2%)
- Acre: 2 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Atacado de Peças de Moto existem no Brasil?
São 1.815 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 271 aberturas contra 104 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
51,1% são microempresas, 24,4% de pequeno porte e 24,5% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 100.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 4541-2/02 é o código da atividade econômica de Atacado de Peças de Moto, que pertence à divisão de Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 Atividades do segmento de Atacado de Peças de Moto — CNAE 4541-2/02
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Visão geral do setor de Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas
Este setor envolve a venda por atacado e a varejo de veículos automotores e motocicletas novos e usados e de peças e acessórios para esses veículos, inclui também as atividades de manutenção e reparação de veículos automotores e motocicletas.
O que mais integra o setor
O setor também inclui as atividades de representantes comerciais e agentes do comércio, por atacado e a varejo de veículos automotores e motocicletas e as vendas sob consignação desses produtos.
O que fica fora deste setor
Este ramo não inclui a locação de veículos sem motorista ou condutor (divisão 77) e com motorista ou condutor (divisão 49), a venda de combustíveis e lubrificantes para veículos automotores por atacado (grupo 46.8) e varejo (grupo 47.3).
Escopo principal de atuação
- o comércio atacadista e varejista de motocicletas e motonetas, novas e usadas
- o comércio atacadista e varejista de partes, peças e acessórios novos e usados para motocicletas e motonetas
O que este segmento não abrange
- a manutenção e reparação de motocicletas e motonetas (45.43-9)
- a manutenção e reparação de bicicletas (95.29-1)
- o comércio atacadista e varejista de bicicletas (46.49-4) e (47.63-6)
- as atividades de representantes comerciais e agente do comércio de motocicletas, peças e acessórios (45.42-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
