📥 Contratações i
9.514
📤 Demissões i
8.782
⚖️ Saldo líquido i
+732
🔄 Situação i
Com baixíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.505
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
153
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
44%
piso → teto
👥 Profissionais i
18.296
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,08
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
48%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.258
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Locação de Estruturas Temporárias contrataram 9.514 profissionais em regime CLT e desligaram 8.782 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 18.296 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com baixíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou uma queda de 10.06% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são SP, MG, RS — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Locação de Estruturas Temporárias (CNAE 7739-0/03) movimentou 18.296 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 153 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.505. A ocupação mais contratada no setor é Montador de estruturas metálicas, com 3.503 contratações e salário médio de R$ 2.173 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EstávelSalário real do setor i
+7,2%
R$ 1.900 → R$ 2.037
SubindoVolume de contratações i
-10,0%
2.567 → 2.310 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
+0,23
6,76 → 6,99 (índice)
EstávelIdade média i
-0,7 anos
33,9 → 33,2 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-4,5 p.p.
14,2% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
+0,8h
43h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário subindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 7739-0/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Locação de Estruturas Temporárias no Brasil
Empresas ativas i
5.521
5.367 matrizes e 154 filiais
MEIs ativos i
3.605
39,5% do total de CNPJs
Abertas i
475
12 meses até 07/2026
Fechadas i
270
12 meses até 07/2026
Existem 5.521 empresas ativas de Locação de Estruturas Temporárias no Brasil, além de 3.605 MEIs. Nos 12 meses até 07/2026, 475 empresas abriram e 270 fecharam, um saldo positivo de 205. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 519 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+205
aberturas -3,1% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
519
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 50.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
172
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 5.446 em 01/2020 para 5.521 em 07/2026 (+1,4%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 474 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- São Paulo: 1.399 empresas (25,3%)
- Minas Gerais: 641 empresas (11,6%)
- Rio de Janeiro: 393 empresas (7,1%)
- Bahia: 355 empresas (6,4%)
- Goiás: 318 empresas (5,8%)
- Paraná: 284 empresas (5,1%)
- Pernambuco: 240 empresas (4,3%)
- Rio Grande do Sul: 229 empresas (4,1%)
- Santa Catarina: 190 empresas (3,4%)
- Ceará: 159 empresas (2,9%)
- Distrito Federal: 152 empresas (2,8%)
- Mato Grosso: 129 empresas (2,3%)
- Espírito Santo: 118 empresas (2,1%)
- Pará: 117 empresas (2,1%)
- Tocantins: 114 empresas (2,1%)
- Piauí: 92 empresas (1,7%)
- Paraíba: 91 empresas (1,6%)
- Rio Grande do Norte: 81 empresas (1,5%)
- Mato Grosso do Sul: 80 empresas (1,4%)
- Alagoas: 77 empresas (1,4%)
- Maranhão: 74 empresas (1,3%)
- Sergipe: 68 empresas (1,2%)
- Amazonas: 52 empresas (0,9%)
- Rondônia: 45 empresas (0,8%)
- Roraima: 12 empresas (0,2%)
- Amapá: 6 empresas (0,1%)
- Acre: 5 empresas (0,1%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Locação de Estruturas Temporárias existem no Brasil?
São 5.521 empresas ativas e 3.605 MEIs com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 475 aberturas contra 270 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
74,8% são microempresas, 20,0% de pequeno porte e 5,2% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 50.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 7739-0/03 é o código da atividade econômica de Locação de Estruturas Temporárias, que pertence à divisão de Aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos intangíveis não-financeiros, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que abrange o segmento de Locação de Estruturas Temporárias — CNAE 7739-0/03
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos intangíveis não-financeiros
O setor contempla as atividades de aluguel e de leasing operacional de bens tangíveis, realizadas por um período de curta ou de longa duração, tais como: automóveis, computadores, bens de consumo, máquinas e equipamentos industriais. Somente o leasing operacional está incluído neste setor.
Outras atividades do setor
O setor engloba também as atividades de cessão ou direito de uso de ativos intangíveis não-financeiros, tais como patentes, marcas, acordos de franquias, cuja remuneração pode ser feita por comissão, pagamento de royalties, etc.
Esta divisão está subdividida nas seguintes atividades: locação e leasing operacional de meios de transporte sem condutor, aluguel de objetos pessoais e domésticos, aluguel e leasing operacional de máquinas e equipamentos sem operador e gestão de ativos intangíveis não-financeiros.
Limites do setor: outras divisões
Este setor não contempla o arrendamento mercantil ou leasing financeiro (divisão 64), o aluguel de imóveis (divisão 68) e os serviços de aluguel de máquinas e equipamentos com pessoal de operação, que são considerados prestação de serviços contratados e como tal são classificados na atividade onde são exercidos, tais como: o aluguel de equipamentos de construção e demolição com operador, que é classificado junto à atividade específica de construção que inclui o uso destes equipamentos (seção F); a locação de automóveis com motorista (49.29-9); a locação de caminhões com motorista (grupo 49.3); o fretamento de embarcações com tripulação (divisão 50) e o fretamento de aeronaves com tripulação (divisão 51).
Atividades compreendidas neste CNAE
- o aluguel e leasing operacional, de curta ou longa duração, de máquinas e equipamentos para extração de minérios e petróleo, sem operador
- o aluguel e leasing operacional, de curta ou longa duração, de equipamentos científicos, médicos e hospitalares, elétricos ou não, sem operador e de equipamentos médico-cirúrgicos hospitalares
- o aluguel e leasing operacional, incluindo montagem, de palcos, coberturas e estandes para qualquer uso, tabuleiros de feiras, sanitários químicos para uso em eventos e de outras estruturas de uso temporário
- o aluguel e leasing operacional, de curta ou longa duração, de outros tipos de máquinas e equipamentos, elétricos ou não, sem operador, tais como:
- motores, turbinas e máquinas-ferramenta
- geradores, guinchos, guindastes e empilhadeiras
- aparelhos de usos comerciais e industriais
- equipamentos cinematográficos
- equipamentos profissionais para rádio, televisão e comunicações
- equipamentos de teste, medição e controle
- contêineres
- outros tipos de máquinas e equipamentos não especificados anteriormente
Atividades classificadas em outros CNAEs
- o arrendamento mercantil (leasing financeiro) de máquinas e equipamentos para extração de minérios e petróleo, sem operador (64.40-9)
- o arrendamento mercantil (leasing financeiro) de equipamentos científicos, médicos e hospitalares, sem operador (64.40-9)
- o arrendamento mercantil (leasing financeiro) de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário (64.40-9)
- o arrendamento mercantil (leasing financeiro) de máquinas e equipamentos comerciais e industriais, sem operador (64.40-9)
- o aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador (77.31-4)
- o aluguel de andaimes e plataformas de trabalho sem montagem e desmontagem (77.32-2)
- o aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador (77.32-2)
- o aluguel de máquinas e equipamentos para escritórios (77.33-1)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
