📥 Contratações i
994
📤 Demissões i
880
⚖️ Saldo líquido i
+114
🔄 Situação i
Com altíssima demanda
💰 Salário médio do setor i
R$ 2.817
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
35
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
25%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.874
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,13
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
47%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 4.788
estimado com encargos
📅 Período analisado i
08/2025
até 07/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
EstávelFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 08/2025 a 07/2026
Empresas do segmento de Apoio à Mineração Não-Metálica contrataram 994 profissionais em regime CLT e desligaram 880 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 1.874 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com altíssima demanda. No comparativo entre 08/2025 e 07/2026, registrou um aumento de 25% nas contratações — pressão competitiva por talentos que exige de gestores de RH uma revisão da política salarial, benefícios e marca empregadora.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são PR, SC, MG — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 08/2025 a 07/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Apoio à Mineração Não-Metálica (CNAE 0990-4/03) movimentou 1.874 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 35 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 2.817. A ocupação mais contratada no setor é Motorista de caminhão, com 197 contratações e salário médio de R$ 2.834 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
EvoluindoSalário real do setor i
+6,7%
R$ 2.250 → R$ 2.400
SubindoVolume de contratações i
-5,3%
282 → 267 admissões
EstávelEscolaridade i
+0,35
6,22 → 6,57 (índice)
EstávelIdade média i
-0,6 anos
36,7 → 36,1 anos
EstávelGênero (% feminino) i
+0,8 p.p.
7,9% mulheres no trimestre
EstávelJornada semanal i
+0,4h
44h → 44h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 08/2025 a 07/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: salário subindo.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 0990-4/03) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (08/2025) com os 3 últimos (07/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
🗺️ Pesquisa por Estado
🏙️ Pesquisa por Cidade
🏅 Cargos e Salários Gerenciais
Gestão e liderança • Brasil
Benchmark salarial de posições gerenciais no setor — essencial para diretores executivos, CEOs e consultores de remuneração executiva calibrarem pacotes de C-Level, planos de sucessão e políticas de bônus.
Ver salários gerenciaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
⚙️ Cargos e Salários Operacionais
Operacional e técnico • Brasil
Benchmark salarial da base operacional do setor — referência direta para gestores de RH e consultores dimensionarem escalas, estruturas de cargos e salários e políticas de benefícios.
Ver salários operacionaisAcesso exclusivo para assinantes. Ver planos de acesso →
🔗 Setores relacionados
Segmentos com atividade similar ou complementar
🏢 Empresas do segmento de Apoio à Mineração Não-Metálica no Brasil
Empresas ativas i
742
628 matrizes e 114 filiais
MEIs ativos i
0
0,0% do total de CNPJs
Abertas i
73
12 meses até 07/2026
Fechadas i
20
12 meses até 07/2026
Existem 742 empresas ativas de Apoio à Mineração Não-Metálica no Brasil. Nos 12 meses até 07/2026, 73 empresas abriram e 20 fecharam, um saldo positivo de 53. No mesmo período, a Receita Federal declarou inaptos ou suspendeu 67 cadastros do segmento, que deixaram de contar como empresas ativas sem ter dado baixa.
Saldo de aberturas e fechamentos
+53
aberturas -53,2% vs. 12 meses antes
Inativadas pela Receita i
67
12 meses até 07/2026
Capital social mediano i
R$ 80.000
matrizes ativas
Contratações a cada 100 empresas i
134
admissões CLT em 12 meses
Abertura e fechamento de empresas mês a mês
■ abertas ■ fechadas • sem MEI
Últimos 12 meses. Toque nas barras para ver os valores.
Evolução do número de empresas
De 523 em 01/2020 para 742 em 07/2026 (+41,9%).
A queda entre 05/2026 e 06/2026 vem de uma revisão cadastral da Receita Federal, que inativou 64 cadastros do segmento com pendências. Não representa fechamento de empresas em operação.
Conta apenas empresas com cadastro ativo, sem MEI. Cadastros declarados inaptos ou suspensos pela Receita Federal deixam de contar, mesmo sem baixa formal.
Porte das empresas
Idade das empresas
Natureza jurídica
Estados com mais empresas do segmento
- Minas Gerais: 151 empresas (20,4%)
- Rio Grande do Sul: 111 empresas (15,0%)
- Bahia: 78 empresas (10,5%)
- Espírito Santo: 70 empresas (9,4%)
- São Paulo: 49 empresas (6,6%)
- Paraná: 43 empresas (5,8%)
- Ceará: 36 empresas (4,9%)
- Santa Catarina: 36 empresas (4,9%)
- Goiás: 31 empresas (4,2%)
- Pernambuco: 19 empresas (2,6%)
- Rio de Janeiro: 18 empresas (2,4%)
- Mato Grosso: 17 empresas (2,3%)
- Paraíba: 13 empresas (1,8%)
- Rio Grande do Norte: 12 empresas (1,6%)
- Pará: 9 empresas (1,2%)
- Mato Grosso do Sul: 9 empresas (1,2%)
- Maranhão: 7 empresas (0,9%)
- Piauí: 6 empresas (0,8%)
- Rondônia: 5 empresas (0,7%)
- Sergipe: 5 empresas (0,7%)
- Alagoas: 4 empresas (0,5%)
- Amazonas: 3 empresas (0,4%)
- Roraima: 3 empresas (0,4%)
- Distrito Federal: 3 empresas (0,4%)
- Amapá: 2 empresas (0,3%)
- Tocantins: 2 empresas (0,3%)
Perguntas frequentes
Quantas empresas de Apoio à Mineração Não-Metálica existem no Brasil?
São 742 empresas ativas com esta atividade principal.
O setor está abrindo ou fechando empresas?
Nos 12 meses até 07/2026 foram 73 aberturas contra 20 fechamentos, ou seja, o número de empresas cresceu.
Qual o porte típico das empresas do segmento?
62,1% são microempresas, 15,4% de pequeno porte e 22,5% médias ou grandes, com capital social mediano de R$ 80.000.
Fonte: Portal Salário / Receita Federal e Novo CAGED • Brasil • dados até 07/2026
🗂️ Hierarquia CNAE — Classificação Nacional de Atividades Econômicas
CNAE 0990-4/03 é o código da atividade econômica de Apoio à Mineração Não-Metálica, que pertence à divisão de Atividades de apoio à extração de minerais, segundo a CNAE 2.0 do IBGE/CONCLA. Faça o Enquadramento Sindical de empresas desse e demais setores.
📋 O que abrange o segmento de Apoio à Mineração Não-Metálica — CNAE 0990-4/03
Escopo de atividades do setor e do segmento conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0)
Entenda o setor de Atividades de apoio à extração de minerais
Este setor envolve as atividades especializadas de apoio à extração mineral executadas sob contrato. Inclui os serviços feitos por métodos de prospecção tradicionais (p.ex., a retirada de amostras), por observações geológicas, bem como por perfurações e reperfurações com objetivo de análise de campos de petróleo e de outras áreas de mineração.
Limites do setor: outras divisões
O setor não engloba as atividades de escavação de minas quando não realizadas pela empresa de exploração mineral (divisão 43) e os estudos geológicos e de prospecção que se baseiam na realização de medições e observações de superfície para a obtenção de informações sobre a estrutura do subsolo, localização de campos de petróleo e gás natural, minerais e depósitos subterrâneos de água (divisão 71).
Atividades compreendidas neste CNAE
- os serviços de apoio realizados por contrato requeridos pelas atividades das divisões 05, 07 e 08:
- serviços de exploração feitos por métodos de prospecção tradicionais como a retirada de amostras, as observações geológicas bem como as perfurações e reperfurações com objetivo de análise de campos de extração de minérios
- drenagem e bombeamento
- perfuração para teste
- o transporte off-road em locais de extração mineral
Atividades classificadas em outros CNAEs
- a operação de minas e escavações na forma de contratação (divisões 07 e 08)
- os serviços especializados de reparação de máquinas e equipamentos para mineração (33.14-7)
- os estudos geológicos e de prospecção para a obtenção de informações sobre a estrutura do subsolo e a localização de campos de minerais e depósitos subterrâneos de água (71.19-7)
Escopo com base na estrutura oficial da CNAE 2.0 (IBGE/CONCLA), com texto adaptado pelo Portal Salário. Os códigos entre parênteses indicam o CNAE onde cada atividade excluída é classificada.
