Salário de Técnico de Produção (petroquímica)
Um Técnico de Produção (petroquímica) ganha em média R$ 4.642,96 por mês no Brasil, para uma jornada de 41 horas semanais. Em 2026, a remuneração vai do piso salarial de R$ 2.909,18 ao teto salarial de R$ 7.956,70, com base em 250 profissionais admitidos e desligados no regime CLT nos últimos 12 meses.
A variação depende das funções desempenhadas, do setor e do porte da empresa, da localidade, da formação e do tempo de experiência. Fonte: Portal Salário, com dados oficiais do CAGED.
Mais admissões que desligamentos
Tabela salarial de Técnico de Produção (petroquímica)
Salário base CLT para a jornada de 41 horas semanais no Brasil.
| Período | P25 | Piso | Mediana | Média | P75 | Teto |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mensal | R$ 2.639 | R$ 2.909 | R$ 3.390 | R$ 4.643 | R$ 5.131 | R$ 7.957 |
| Anual | R$ 31.668 | R$ 34.910 | R$ 40.674 | R$ 55.716 | R$ 61.572 | R$ 95.480 |
| Semanal | R$ 660 | R$ 727 | R$ 847 | R$ 1.161 | R$ 1.283 | R$ 1.989 |
| Hora | R$ 12,87 | R$ 14,19 | R$ 16,53 | R$ 22,65 | R$ 25,03 | R$ 38,81 |
Salário por nível e porte da empresa
Nível I, Nível II e Nível III em micro, pequenas, médias e grandes empresas no Brasil.
| Porte da empresa | Nível I | Nível II | Nível III |
|---|---|---|---|
| Micro | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 |
| Pequena | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 |
| Média | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 |
| Grande | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 | R$ 0.000,00 |
Empresas do seu porte pagam diferente12 combinações de nível de experiência e tamanho de empresa.
Liberar nível e porteEstados que pagam mais
Os 10 estados com maior média para Técnico de Produção (petroquímica).
- 1EstadoR$ 0.000
- 2EstadoR$ 0.000
- 3EstadoR$ 0.000
- 4EstadoR$ 0.000
- 5EstadoR$ 0.000
- 6EstadoR$ 0.000
- 7EstadoR$ 0.000
- 8EstadoR$ 0.000
- 9EstadoR$ 0.000
- 10EstadoR$ 0.000
Compare os 27 estadosA média de cada um, lado a lado.
LiberarSalário de Técnico de Produção (petroquímica) por estado e cidade
Salário por estado
Salário nas capitais
Salário por região do Brasil
Média mensal de Técnico de Produção (petroquímica) em cada região.
Índice Portal Salário
Saldo de +6 vagas, rotatividade de 48,8% e volume de 250.
Demanda no mercado de trabalho para Técnico de Produção (petroquímica)
Em 12 meses, Técnico de Produção (petroquímica) no Brasil contratou mais do que demitiu: saldo de +6 vagas. O ritmo ganhou força: o último mês teve 50,0% mais contratações que o primeiro. A disputa por profissionais tende a pressionar os salários de contratação.
Série histórica do salário de Técnico de Produção (petroquímica)
Salário base CLT, sem adicionais, no Brasil desde 2020.
Série histórica de BrasilMensal, trimestral, semestral e anual, por mediana ou média, desde 2020.
Liberar a sériePerfil e tendências
Quem é e para onde vai este profissional no Brasil.
O perfil mais recorrente de Técnico de Produção (petroquímica) no Brasil é um trabalhador com 35 anos, ensino médio completo, do sexo masculino, que trabalha 40 horas semanais em empresas do setor de Apoio à Extração de Petróleo.
Qualidade do cargo
No ranking nacional, Técnico de Produção (petroquímica) se destaca em formação exigida (top 19%) e salário típico acima da maioria.
Para onde este perfil está indo
Índice de futuro
- Idade média37,9 para 34,2 anos-3,7 anosEstável
- Escolaridadeíndice de 14,1 para 13,3-0,9Desqualificando
- Mulheres19,2% das contratações-8,0 p.p.Mais homens
- Jornada semanal42h para 42h-0,2hEstável
- Salário realvariação da mediana salarial-35,0%Caindo
- Porte das empresasíndice de porte das contratantes+21,41Maiores
- Volume de contratações22 para 26 admissões+18,2%Acelerando
Principais mudanças no perfil de Técnico de Produção (petroquímica) no período: escolaridade desqualificando, volume acelerando, salário caindo e mais homens.
Sobre os indicadores de perfil e tendências de Técnico de Produção (petroquímica)
- Sobre a pesquisa salarial
- Entra somente o salário base de Técnico de Produção (petroquímica) registrado em carteira. Bônus, comissões, horas extras e adicionais ficam de fora. Os dados são atualizados todo mês.
- Período comparado
- A análise cobre os últimos 12 meses de admissões e compara o começo do período (09/2025) com o fim (08/2026).
- Base de cálculo
- Este bloco considera somente novas contratações, para mostrar o perfil de quem está entrando no mercado agora. A tabela salarial considera todo o período.
- Por que mediana
- A mediana divide os profissionais ao meio e não é distorcida por poucos salários muito altos ou muito baixos.
- Qualidade do cargo
- Indicador exclusivo do Portal Salário que posiciona Técnico de Produção (petroquímica) entre mais de 2.600 ocupações.
- Índice de futuro
- Indicador exclusivo do Portal Salário que mostra se o cargo está se transformando ou se mantém estável.
- Diversidade salarial
- Compara quanto cada grupo de gênero e raça ganha em relação ao homem branco. Só aparecem grupos com volume suficiente de contratações.
Gráficos da pesquisa
Levantamentos exclusivos do Portal Salário para Técnico de Produção (petroquímica) no Brasil.
Contratações e demissões
Salário por gênero
Salário por escolaridade
Salário por faixa etária
Quatro gráficos de Técnico de Produção (petroquímica)Contratações e demissões mês a mês, e salário por gênero, escolaridade e idade.
Liberar os gráficosTipos de empresa que mais contratam Técnico de Produção (petroquímica)
Setores que mais contratam Técnico de Produção (petroquímica)Os 20 principais, com jornada, piso, média, mediana e teto de cada um.
Liberar os setoresO que faz um Técnico de Produção (petroquímica)
Descrição sumária do CBO 3112-05.
O Técnico de Produção (petroquímica) coordena processos de produção petroquímica, analisando as variáveis do processo, monitorando a execução de manobras operacionais, e realizando ações de ajustes. Programa atividades, definindo meios e recursos necessários para o cumprimento de metas de produção e de custos. Controla a qualidade de insumos e produtos. Monitora índices técnicos relacionados à produção. Supervisiona equipe de trabalho, avaliando seu desempenho. Mantém equipamentos em condições operacionais, providenciando serviços de manutenção. Monitora o descarte de resíduos, efluentes e gases. Cumpre legislação, normas técnicas e normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho, de combate a incêndio e de preservação ambiental.
Funções no exercício da profissão
- Identificar necessidades de treinamento
- Analisar as variáveis do processo produtivo
- Monitorar o desempenho dos equipamentos
- Identificar tarefas e ações necessárias ao planejamento
- Coletar amostras de produtos
- Identificar normas de segurança e procedimentos pertinentes
- Controlar emoções em situação de conflito
- Planejar desenvolvimento da equipe
- Realizar serviços de manutenção de primeiro nível
- Definir meios e recursos necessários para o cumprimento de metas e custos
- Monitorar a continuidade do processo de produção
- Elaborar procedimentos em conformidade com as normas de segurança
- Realizar ensaios qualitativos, quantitativos e instrumentais
Profissões relacionadas
Cargos da mesma família ocupacional.
Perguntas sobre o salário de Técnico de Produção (petroquímica)
Quanto ganha um Técnico de Produção (petroquímica) no Brasil?
A média é de R$ 4.643 por mês no Brasil, para uma jornada de 41 horas semanais, segundo os registros do CAGED dos últimos 12 meses.
Qual é o piso salarial de Técnico de Produção (petroquímica) no Brasil?
O piso salarial de referência é de R$ 2.909 por mês e o teto salarial é de R$ 7.957. O valor que vale para cada empresa é o da convenção coletiva do sindicato da categoria.
Quanto ganha um Técnico de Produção (petroquímica) por hora?
Em média R$ 22,65 por hora, considerando a jornada de 41 horas semanais.
O que faz um Técnico de Produção (petroquímica)?
Coordena processos de produção petroquímica, analisando as variáveis do processo, monitorando a execução de manobras operacionais, e realizando ações de ajustes. Programa atividades, definindo meios e recursos necessários para o cumprimento de metas de produção e de custos. Controla a qualidade de insumos e produtos....
De onde vêm esses dados?
Dos registros oficiais de admissões e desligamentos do Novo CAGED, do Ministério do Trabalho e Emprego, dos últimos 12 meses. Entra somente o salário base registrado em carteira, sem adicionais.
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