📥 Contratações i
762
📤 Demissões i
654
⚖️ Saldo líquido i
+108
🔄 Situação i
Com demanda restrita
💰 Salário médio do setor i
R$ 6.340
todos os cargos
🎯 Cargos distintos i
18
ocupações no setor
📊 Amplitude salarial i
89%
piso → teto
👥 Profissionais i
1.416
últimos 12 meses
🔥 Índice de contratação i
1,17
setor aquecido
🔁 Rotatividade i
46.2%
alta — setor dinâmico
🏢 Custo empresa (est.) i
R$ 10.778
estimado com encargos
📅 Período analisado i
04/2025
até 03/2026
🎯 IPS - Índice Portal Salário do Segmento i
RetracaoFonte: Portal Salário / CAGED • Brasil • 04/2025 a 03/2026
Empresas do segmento de Fábricas de Cigarros contrataram 762 profissionais em regime CLT e desligaram 654 nos últimos 12 meses no Brasil, totalizando 1.416 movimentações — dado essencial para gestores de RH, consultores de remuneração e diretores que acompanham a saúde do setor. Fonte: CAGED/MTE.
O setor está com demanda restrita. No comparativo entre 04/2025 e 03/2026, registrou uma queda de 50% no volume de contratações — cenário que pode indicar retração, reestruturação ou automação no setor, exigindo atenção de CEOs e diretores quanto a estratégias de retenção e custos.
Os estados que mais contratam profissionais neste setor são MG, RJ, SP — referência geográfica relevante para consultores, headhunters e empresas planejando expansão ou recrutamento regionalizado.
Perfil & Tendências do Setor
Como este setor está mudando • últimos 12 meses • Brasil • Trimestres: 04/2025 a 03/2026
De acordo com dados do Portal Salário / CAGED, o setor de Fábricas de Cigarros (CNAE 1220-4/01) movimentou 1.416 vagas CLT no Brasil nos últimos 12 meses, empregando profissionais em 18 cargos distintos, com salário médio setorial de R$ 6.340. A ocupação mais contratada no setor é Operador de máquina (fabricação de cigarros), com 327 contratações e salário médio de R$ 2.895 — referência central para benchmarks de remuneração e dimensionamento de workforce em empresas do setor.
Índice de Futuro Setorial i
ResistenteSalário real do setor i
-2,9%
R$ 2.261 → R$ 2.195
CaindoVolume de contratações i
-47,9%
307 → 160 admissões
DesacelerandoEscolaridade i
-0,08
7,29 → 7,21 (índice)
EstávelIdade média i
-2,9 anos
36,6 → 33,7 anos
EstávelGênero (% feminino) i
-8,8 p.p.
46,3% mulheres no trimestre
Mais homensJornada semanal i
-0,4h
43h → 43h semanais
EstávelNo Brasil, nos últimos 12 meses (trimestres 04/2025 a 03/2026), o setor apresentou as seguintes transformações: volume desacelerando, salário caindo e mais homens.
Como usar esses indicadores: para gestores e diretores de RH, a evolução da escolaridade e da jornada sinaliza mudanças estruturais que exigem ajuste em descrições de vagas, requisitos e políticas de benefícios. Para consultores de remuneração e headhunters, o salário real do setor e a variação de volume delimitam a pressão salarial esperada em processos de recolocação. Para CEOs, diretores executivos e estrategistas de negócio, o Índice de Futuro Setorial, o perfil etário e a diversidade de gênero antecipam transformações competitivas, sucessão de talentos e tendências de consumo do próprio setor. Pesquisa exclusiva Portal Salário com base nos microdados oficiais do CAGED/MTE.
Metodologia — Perfil & Tendências Setoriais
- Pesquisa exclusiva Portal Salário
- Os indicadores de perfil e tendências do setor (CNAE 1220-4/01) são calculados pelo Portal Salário a partir dos microdados oficiais do CAGED (Ministério do Trabalho), considerando exclusivamente profissionais contratados em regime CLT nos últimos 12 meses.
- Pesquisa salarial geral vs Tendências — diferenças importantes
- A pesquisa salarial geral do Portal Salário (salários, volumes, cargos, perfis, IPS) utiliza movimentações completas — somando admissões e desligamentos no período de 12 meses. Já o bloco Perfil & Tendências (Índice de Futuro Setorial e os indicadores de transformação) utiliza apenas novas admissões, pois retrata o perfil de quem o setor está contratando agora. Por isso, os números deste bloco não devem ser comparados diretamente com os cards de salário médio do setor ou com a tabela salarial geral.
- Período e trimestres comparados
- A análise cobre os últimos 12 meses disponíveis. Para calcular as tendências, comparamos os 3 primeiros meses (04/2025) com os 3 últimos (03/2026), identificando o que mudou no perfil de novos contratados no setor no Brasil.
- Índice de Futuro Setorial — indicador exclusivo Portal Salário
- Pontuação de 0 a 100 que mede o grau de transformação do setor, combinando evolução da escolaridade dos contratados, crescimento ou redução de vagas, variação do salário real e mudança no perfil etário. Classificações: Transformando (80+), Evoluindo (65-79), Estável (45-64), Resistente (30-44), Tradicional (0-29).
- IPS vs Índice de Futuro — diferenças
- O IPS (Índice Portal Salário do Segmento) exibido no topo da página avalia a saúde econômica imediata do setor (saldo de empregos, rotatividade, volume) — baseado em admissões e desligamentos. Já o Índice de Futuro Setorial mede a direção da transformação com base apenas nas novas contratações — se o setor está evoluindo ou mantendo-se tradicional. São indicadores complementares.
- Salário real — por que usamos mediana
- O salário analisado no bloco de tendências é a mediana de admissão — valor que divide os novos contratados ao meio (metade ganha mais, metade ganha menos). Usamos mediana porque ela não é distorcida por poucos salários muito altos ou baixos, refletindo melhor a realidade de quem está sendo contratado pelo setor hoje.
- Salário base CLT
- Consideramos somente o salário base registrado em carteira. Não entram adicional noturno, periculosidade, insalubridade, bônus, comissões, horas extras ou nenhum outro tipo de adicional salarial.
- Atualização
- Os dados são atualizados mensalmente conforme divulgação do CAGED pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Pesquisa exclusiva Portal Salário • salario.com.br • CAGED/MTE.
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